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Oratória e Expressão Corporal - Instituto Wajntraub

Oratória e Expressão Corporal

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A Importância da Boa Aparência

Oratória e Expressão Corporal

Na oratória, a aparência é um quesito importante. Ela representa a imagem de cada pessoa. Assim, a postura, os gestos, o discurso somados à maneira de trajar-se, de maquiar-se, de pentear os cabelos e utilizar acessórios - como anéis, relógios, brincos e outros apetrechos - influenciam no julgamento e na aparência sobre seu comportamento e sobre sua personalidade.

Assim, em palestras, reuniões, apresentações, entrevistas e outras situações é importante atentar para a imagem que se quer transmitir, afinal o objetivo traçado nem sempre é alcançado. Para obter a aparência almejada, a observação é o melhor percurso.

Dicas quanto à apresentação pessoal:

  • Preocupe-se em causar uma boa primeira impressão, afinal não há uma segunda chance para isso;
  • Use sempre roupas convenientes ao ambiente em que está discursando;
  • Seja moderado e discreto;
  • Use roupas bem passadas, limpas, com botões bem pregados, bainhas bem feitas e sem vestígios de manchas, puídos, entre outros;
  • Prefira tecidos leves, que não amassem;
  • Não abuse de roupas estampadas, coloridas, listradas, xadrez etc.
  • Use roupas com, no máximo, duas cores.

O uso do microfone

A utilidade do microfone é incontestável. Difícil seria pensar os dias atuais sem a sua existência. Ele permite ao emissor uma comunicação mais espontânea e natural, além de preservar a sua voz. O microfone possibilita ao orador falar a um grande número de pessoas da mesma maneira que se fala com uma ou poucas pessoas.

No entanto, mesmo diante de todas essas qualidades mencionadas, o microfone é muitas vezes temido; provoca pânico e chega a ser visto como inimigo por alguns oradores.

Na maioria dos auditórios, o microfone de pedestal é o mais utilizado.

  • Verifique, inicialmente, como funciona o mecanismo do pedestal em que o microfone se sustenta e se há regulagem na parte superior onde ele é fixado;
  • Para saber a que distância deverá falar, teste a capacidade de captação do microfone. O afastamento normalmente indicado é de 10 a 15 cm;
  • Se possível, converse antes com o técnico de som e peça a ele um conselho com relação ao retorno. Se mesmo assim permanecerem as dúvidas e a ausência de retorno, pergunte à plateia, que certamente colaborará.
  • Acerte a altura do microfone de modo que não fique na frente do rosto. Permita ao público que veja o seu semblante. A altura ideal é um pouco inferior à altura do queixo.
  • Não segure na haste ao falar e fale sempre olhando sobre o microfone; assim, a voz será mais bem captada.
  • Não grite. Fale em tom natural; haja como se conversasse com poucas pessoas ou um pequeno grupo de amigos. No entanto, cuide para não falar muito baixo, sem vigor. Ao contrário, transmita sua mensagem com energia, com vivacidade, mas sem gritar;
  • Se necessário segurar o microfone para se movimentar, o cuidado deverá ser mantido; não movimente a mão que segura o microfone, deixando-o sempre a uma distância e altura ideal à fala.

Há também o microfone de lapela. Ele é facilmente manuseado e é preso na roupa por um prendedor tipo “jacaré”. Muito usado quando se pretende liberdade de movimentos, não há grandes problemas quanto a sua utilização.

  • Ao ser colocado na lapela, na blusa ou na gravata, o microfone deve ser deixado preferencialmente na parte superior do peito; essa distância é suficiente para captar a voz com perfeição, afinal esse tipo de microfone possui uma boa sensibilidade;
  • Não mexa no fio, enrole-o ou torça-o enquanto estiver falando;
  • Ao discursar, cuidado para não tocar no peito ou bater as mãos com força. Esses ruídos podem ser ampliados durante a palestra e prejudicar o entendimento e a concentração do público;
  • Evite fazer comentários alheios ao tema tratado próximo de qualquer microfone, principalmente o de lapela, que sempre o acompanhará;
  • Quando terminar a fala ou apresentação, não se esqueça de tirar o microfone da lapela.

O microfone head-set é outro tipo de microfone, o qual é preso na orelha ou na cabeça e sustentado até a boca por uma haste. Devido a sua alta sensibilidade, os cuidados com esse tipo de microfone são semelhantes aos cuidados com o microfone do tipo lapela.

Diferencia-se, no entanto, quanto ao cuidado que se deve ter com relação à distância da boca para não haver ruídos, atritos e outros problemas. Como nos demais tipos de microfone, o ideal é testá-lo antes de usar para evitar problemas e proporcionar um bom desempenho.

Gestos e movimentos

Os gestos são movimentos que acompanham e complementar uma fala, uma mensagem, uma conversação, com sincronismo e leveza. Relacionam-se, normalmente, com as emoções e com os pensamentos. Em geral ocorrem com movimentos de mãos e braços (membros superiores) - acima da altura da cintura e na altura do peito - ou com movimentos de pés e pernas (membros inferiores).

No entanto, cada indivíduo possui gestos próprios, desenvolvidos ao longo de suas vidas e que significam uma comunicação real e sincera.

Ainda que a gesticulação possa ser estudada e praticada, não há como ensiná-la de fato, afinal o comportamento poderia tornar-se fingido, artificial. Em comunicação, não há nada melhor do que a naturalidade.

Nos relacionamentos profissionais, os gestos são incontestavelmente importantes, pois, por meio deles, pode-se incentivar os ouvintes e enfatizar as ideias. Não obstante, se utilizados com exagero ou inconvenientemente, podem afetar o objetivo da exibição pública, do diálogo, entrevista, reuniões e outras situações de comunicação.

Pessoas mais desinibidas, extrovertidas, desembaraçadas têm por característica gestos mais expansivos e amplos. Esses gestos são mais expressivos e demonstram a individualidade do indivíduo. Em algumas situações, entretanto, eles podem estar desajustados e comprometer os resultados da comunicação. Já os gestos menores, quase imperceptíveis, são normalmente usados por indivíduos mais acanhados e comedidos. Em alguns casos, inclusive, a pessoa não consegue exteriorizar suas ideias, seus sentimentos e pensamentos de modo a convencer, prejudicando muitas vezes o objetivo da comunicação.

Há gestos que atrapalham a interação do orador com o público, como aqueles expressos acima da cabeça, os repetitivos e os que não têm relação com a mensagem falada ou que são exagerados. Esses provocam tédio e indiferença pelo discurso. Gestos excessivos causam o desperdício de energia pelo emissor, complicando o seu desempenho comunicativo e afetando o uso dos outros elementos utilizados na comunicação, como o tom de voz ideal e a expressão facial, detalhes importantes na apresentação em público. Muito embora a gesticulação exagerada seja na maioria das vezes negativa, em determinadas ocasiões pode ser utilizada para atingir uma grande quantidade de pessoas e para expressar emoções mais intensas. Exemplo disso é a utilização de gestos grandes e extensivos em discursos de políticos durante as campanhas eleitorais.

Ao falar em público, deve-se avaliar a plateia envolvida e em qual contexto está inserida para escolher os gestos mais adequados. Assim, maiores serão as probabilidades de bons resultados, acerto e influência.

Ao falar em público devem-se evitar alguns gestos: apoiar-se sobre cadeiras, mesas, púlpitos ou tribunas; movimentar excessivamente as mãos; segurar o microfone com as duas mãos, se o caso; estalar os dedos; cruzar os braços; roer as unhas; colocar as mãos para trás ou nos bolsos; ajeitar os óculos e os cabelos; brincar com canetas e chaveiros; coçar o nariz, a cabeça ou as orelhas; mexer na gravata; encobrir a boca; manter as mãos na cintura etc.

É preferível que as mãos estejam sempre livres para gesticular. A gesticulação sincronizada e natural enriquece a oratória. Além disso, procure manter as mãos no nível da cintura, assim gesticulará normalmente.

Como participar do Curso de Oratória Simon Wajntraub

Inicialmente, é marcada uma consulta para uma avaliação do aluno e, a partir dela, é estipulado o número de aulas necessárias.

Na primeira etapa, são realizadas consultas fonoaudiológicas, visando à correção de eventuais problemas da voz ou da fala que o aluno apresente.

Depois disso, são realizadas as aulas de oratória e argumentação sob pressão em grupo.

As aulas presenciais de oratória acontecem num salão com palco, microfone, datashow, videokê, retroprojetor e vídeo, onde se simulam situações de improviso como: debates, reuniões, discursos, peças de teatro, dinâmicas de grupo, defesa oral etc.

Há também treinamento específico para palestras, seminários, teses, monografias e provas orais de concursos públicos, principalmente na área jurídica.

A participação do aluno é sempre gravada em vídeo, para que ele possa se auto-avaliar.

A experiência e capacidade intelectual e profissional dos executivos, profissionais liberais, empresários, estudantes, políticos, entre outros, que frequentam o curso, proporciona a todos os alunos uma constante troca de informações, o que os ajuda a desenvolver cultura geral e a estabelecer contatos comerciais e profissionais.

É comum adolescentes frequentarem o curso de oratória, aconselhados pelos pais que já o fizeram, tendo como objetivo paralelo a definição da carreira profissional que irão abraçar, por meio das informações que podem assimilar dos mais variados profissionais que participam das aulas.

Também donas de casa e aposentados procuram o curso para se manterem atualizados e ativos.

Durante as aulas são servidos lanches e refeições.

Todas as consultas, atendimentos e aulas são realizados diretamente pelo Fonoaudiólogo Simon Wajntraub.

As aulas duram entre três e quatro horas, e podem ser realizadas presencialmente ou pela Internet, através de sitema de teleconferência.

Instituto de Oratória Simon Wajntraub